Consultoria de redes IT/OT para a indústriamusas.pt · 2026
Redes industriais que se conseguem explicar, segmentar e defender.
Leitura sénior e independente da rede OT e da fronteira IT/OT, para operações industriais até cerca de 500 utilizadores. Três ofertas de âmbito fechado e um plano que a sua equipa ou o seu integrador consegue executar.
A diretiva NIS2 alarga as obrigações de cibersegurança a muitos setores industriais e coloca a responsabilidade na gestão. Para quem opera OT, a pergunta prática é simples: consegue mostrar o que tem na rede, como está separado e quem lhe acede?
Inventário, segmentação e controlo do acesso remoto são o ponto de partida mais direto para progresso verificável.
Inventário atualizado de ativos e fluxos OT
Zonas definidas e tráfego IT/OT controlado
Acesso de fornecedores com identidade, aprovação e registo
Deteção de alterações e incidentes na rede industrial
Plano priorizado e evidência para a gestão
02 Serviços
Três ofertas. Âmbito fechado.
Para empresas que precisam de uma leitura sénior e independente sem entrar já num projeto longo de transformação. Cada oferta funciona isolada ou em sequência.
1
Avaliação de rede OT
Inventário, modelo Purdue, riscos
Retrato fiel da rede industrial tal como está, com os riscos ordenados por impacto operacional.
Inventário de ativos, fluxos e dependências críticas
Mapeamento ao modelo Purdue e à fronteira IT/OT
Redundância, pontos únicos de falha, acessos de fornecedores
Registo de riscos priorizado por impacto, urgência e esforço
Resultado Diagrama atual e registo de riscos
2
Segmentação e acesso remoto seguro
Zonas e condutas, ZTNA, IEC 62443
Zonas e condutas bem desenhadas e acesso remoto de fornecedores sem portas abertas nem VPNs partilhadas.
Zonas e condutas alinhadas com a IEC 62443
Regras entre IT, DMZ industrial e células de produção
Acesso remoto com ZTNA, jump hosts e gravação de sessões
Plano de migração faseado, sem paragens não planeadas
Resultado Arquitetura alvo e plano de migração
3
Visibilidade e monitorização
Baseline, deteção, logging
Saber o que acontece na rede OT, com alertas que a equipa consegue de facto tratar.
Pontos de captura (SPAN/TAP) e baseline de tráfego
Seleção de ferramentas de monitorização OT, sem viés de fabricante
Logging centralizado e deteção de alterações
Runbooks simples para os alertas que importam
Resultado Desenho de visibilidade e runbooks
03 Entregáveis
O que entregamos.
Um relatório que a gestão lê em dez minutos e diagramas que a equipa técnica usa no dia seguinte.
ARelatório de avaliação. Resumo executivo, achados com evidência, registo de riscos e backlog em quick wins, médio prazo e ações estruturais.
BDiagrama de arquitetura. Zonas, condutas e níveis de segurança alvo, com cada fluxo permitido documentado. Formato editável.
Exemplos ilustrativos, com dados fictícios.
Resumo executivoPara decisão rápida pela gestão
Leitura técnicaRiscos, dependências e observações
BacklogQuick wins, médio prazo, estrutural
PerguntasPara fornecedores e integradores
DebriefSessão com a equipa interna
04 Processo
Como trabalhamos.
Encaixa onde já existem equipas internas, integradores ou MSP, sem duplicar trabalho nem criar dependência artificial.
1
Delimitação
Conversa breve sobre sites, stack, intervenientes e objetivos. Proposta de âmbito e prazo fechados.
2
Recolha técnica
Documentação, sessões remotas, visita à instalação e validação de configurações, sempre em modo de leitura.
3
Leitura independente
Riscos organizados por severidade, impacto operacional e prioridade de mitigação.
4
Entrega
Relatório, diagramas, debrief e backlog para a equipa interna ou o parceiro implementar.
Confidencialidade. Dados e configurações tratados apenas para o fim acordado, com NDA quando necessário. Sem acessos permanentes no final do trabalho.
05 Contacto
Comece por uma consulta técnica inicial.
Conte o contexto: número de sites, ambientes e o que quer ver esclarecido. Sai da consulta com uma primeira leitura técnica e um próximo passo claro.